Foi só preciso dizer que hoje era dia do pai para ela martelar na caixa de velocidades uma 4ª bem puxada em direcção ao quarto, fazer uma curva apertada a 100 à hora a roçar a escapatória, lançar-se no chão, qual Michael Phelps na piscina olímpica, enfiar a cabeça debaixo da cama, apontar o rabo para o tecto em pose ameaçadora, esticar o braço esterlicado e puxar um embrulho: "Toma Pai é para ti!"
E foi logo ali. Sem pensar mais nisso. Apijamos e remelentos, abrimos o embrulho. Surpresa para os dois, porque parece que a memória não atraiçoa só os adultos: "Pai, abre depressa para ver o que tá lá dentro que eu já não me lembro!". E dizem que o Avô Carlos é esquecido!
Afinal não era uma prenda. Eram duas. Um "avental" de garrafa, uma obra de arte especialmente dedicada a mim e um poema cantado. Compreendo a teoria do desenho, a musiquinha fica sempre bem. Quanto ao "avental" de garrafa... pronto está bem, continuamos a ser associados à vinhaça!
Anyway... após o ritual dos presentes, seguiu-se o ritual do fardamento, dos cereais, e do põe-te a andar para a escola. Tivemos que adiar o "dia a dois", (sem gajas grandes!) para amanhã porque hoje parece que há uma actividade importante na escola.

2 comentários:
Agora que já sei que posso voltar a comentar, aqui vai o resumo dos ultimos sei lá quantos posts:
Eh pá, amei a placa da horta, tá bestial! A sério, quando for grande também quero uma assim, talvez com um nome diferente pra não ser macacinha de imitação!
È mesmo muito fixe todas as cenas que voçes fazem com a miuda, e claro aqui os tios biólogos (assim dizem as más linguas) ficam todos babados por ela ser tão interessada e participativa em matérias da natureza.
Já começa é a ser uma falha grave ainda não a termos levado a ver os nossos bixinhos perdilectos. Temos de tratar disso!
Beijinhos para todos
Afinal era mesmo um avental de garrafa... lol...
jinhus
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